Baseado em livro homônimo, escrito pela inglesa J. K. Rowling, “Harry Potter e O Enigma do Príncipe” retrata o sexto ano do famoso bruxo na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts ao lado dos fiéis amigos Rony Weasley e Hermione Granger.
Nesta sexta aventura, Harry terá mais um confronto com os seguidores do Lorde das Trevas, os temíveis Comensais da Morte, dentro da escola que frequenta e que considerava segura. “Harry Potter e O Enigma do Príncipe” prenuncia a batalha final entre o bem e o mal, que acontece no sétimo livro da série, que, no cinema, será dividido em duas partes.
Nesta sexta aventura, Harry terá mais um confronto com os seguidores do Lorde das Trevas, os temíveis Comensais da Morte, dentro da escola que frequenta e que considerava segura. “Harry Potter e O Enigma do Príncipe” prenuncia a batalha final entre o bem e o mal, que acontece no sétimo livro da série, que, no cinema, será dividido em duas partes.

O FILME
Em seu sexto ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts , Harry Potter passa a ser finalmente considerado “O Eleito” para derrotar Voldemort, o temível Lorde das Trevas que aterroriza o mundo mágico e ameaça também a paz no mundo dos trouxas – todos aqueles que não possuem poderes mágicos.
Com o cerco do mal apertando, o professor Dumbledore, diretor da escola e também mentor de Potter, incumbe o protagonista de arrancar do novo professor de Poções, Horácio Slughorn, uma memória crucial que envolve seu antigo aluno Tom Riddle – Voldemort quando adolescente. Com as informações que Slughorn irá, depois de muita tentativa, revelar, Harry e Dumbledore vão em busca de objetos que podem resolver o mistério da volta do Lorde das Trevas e finalmente derrotá-lo.
No meio dessa missão arriscada, Harry, Rony e Hermione, com os hormônios adolescentes em ebulição, farão descobertas amorosas e um importante colaborador do herói será morto.
Com o cerco do mal apertando, o professor Dumbledore, diretor da escola e também mentor de Potter, incumbe o protagonista de arrancar do novo professor de Poções, Horácio Slughorn, uma memória crucial que envolve seu antigo aluno Tom Riddle – Voldemort quando adolescente. Com as informações que Slughorn irá, depois de muita tentativa, revelar, Harry e Dumbledore vão em busca de objetos que podem resolver o mistério da volta do Lorde das Trevas e finalmente derrotá-lo.
No meio dessa missão arriscada, Harry, Rony e Hermione, com os hormônios adolescentes em ebulição, farão descobertas amorosas e um importante colaborador do herói será morto.

Comentando...
Boom não sou fã de Harry Potter, nem muito sou telespectadora, mas gosto de cinema e o assunto do cinema hoje 15 de Julho é a estréia do 6º filme da série do bruxo mais famoso do mundo...Uma cisa tenho que assumir, J.K Rowling é uma ótima escritora, que pra ter a criatividade de escrever 7 livros e render milhares de fãs tem que ser A ESCRITORA...Também to esperando minhas estréias , mas para os fãs de HP aproveiteem, a festa é de vocês.
Hoje antes de ir pro meu curso fui paagr umas contas no shopping Campo Limpo e acreditem vocês...as 11:30 da manhã já tinha fila pra comprar ingressos...boom loucuras á parte fãs e colaboradores tem muito do que se orgulhar.
Quer saber mais ? Visite : http://www.terra.com.br/diversao/cinema/harry-potter-e-o-enigma-do-principe/filme.htm

Ah... A boa e velha (mais do que pensamos!) franquia Harry Potter.
ResponderExcluirA cada novo lançamento, a promessa de um grande filme. Os fãs não ousam discordar (os que o fazem são a minoria) e seguem todos fiéis a saga cinematográfica que teve sua origem nos livros de uma jovem escritora britânica, desempregada (e a história, por muitos já contada, vai longe...).
Pois bem, não vejo um grande problema em estar numa fila de ingressos às 11:30, afinal, comprei o meu com semana e meia de antecedência, só para não perder a pré-estréia à meia-noite. Se me arrependo? Nem um pouco.
Presenciei ali um bom exemplo de determinação, talento, competência e alguns milhões a mais no orçamento (se não me engano, foi o filme com maior orçamento em toda a saga). Harry Potter e o Enigma do Príncipe, como muitos entoaram por aí, marca a transição do "papel da franquia" que se, no início, tinha como intuito apenas divertir, agora começou a captar a essência do verdadeiro cinema.
Um show de efeitos especiais, os atores desempenharam seus papéis de forma brilhante se comparado aos trabalhos anteriores, uma produção maginífica. Novamente, fazendo minhas as palavras de tantos outros "Harry Potter 6 foi grandioso como filme, entretanto um fíasco se tratando de adaptação".
Eu li o livro (tudo bem que demorei quase quatro meses para completá-lo, mas creio que esse tenha sido tempo suficiente para eu absorver tudo - ou o máximo que consegui - o que a história tinha a oferecer) e ao chegar no cinema eu esperava um trama que nos envolvesse tanto quanto. Não foi bem assim.
Senti falta de algumas de minhas partes favoritas no livro, partes essas que ajudavam a consctruir toda a estrutura de "O Enigma do Príncipe".
Eu sei, eu reconheço, a parte técnica e criativa por trás do filme fez o melhor que pôde; roteirista e diretor, com o auxílio da criadora da série, tentaram fazer o melhor de todos os filmes, mas a sensação que fica é que estamos vendo um filme que, muitas vezes, se mostra completamente alheio ao livro original (a impressão que fica é que dois dos temas principais do livro ficaram de fora: a busca minimalista de Dumbludore e Harry Potter no passado de Voldemort, à procura de vestígios e evidências que comprovassem a existência das Horcruxes, e também toda a trama que se desenvolveu em torno do 'Principe Mestiço' - em relação à esse último tema, eu fiquei extremamente decepcionado. Nos momentos finais do filme, Severo Snape apenas anuncia, displicentemente, que ele era o verdadeiro 'principe'. Espera aí! Cadê o suspense? Cadê o mistério? Cadê a essência?).
Mas não podemos reconhecer que parte disso não nasceu nessa produção, que é apenas um problema antigo que vem se alastrando à medida que os filmes são feitos. A velha necessidade de adaptar, espremer, cortar, recortar, e fazer tudo caber dentro de um filme de pouco mais de duas horas e meia.
Eu não sei, falei muito até aqui, mas receio que eu não tenha dito nada verdadeiramente substancial.
O fato é que "Harry Potter e as Relíquias de Morte", parte I e parte II, está aí e nos resta esperar para ver o que foi feito em relação as pontas soltas que foram deixadas ao longo dos anos (vale lembrar que tais pontas soltas existem apenas nos filmes, pois o processo de criação de Joanne Rowling foi, em sua maioria, impecável, onde ela soube muito bem desenvolver uma história, criar mistérios e conflitos que viriam a ser desvendados e resolvidos à seu tempo).
Enfim, Harry Potter é uma franquia de extremo sucesso na indústria cinematográfica, entretanto (se bem pararmos para pensar), nunca será tão mais do que uma referência visual à obra de Rowling.